qui. jul 29th, 2021
ze_aldemir-reproducao Dos nove deputados paraibanos que participaram da votação pela privatização da Eletrobras, nesta segunda-feira (21) apenas três votaram contra: Damião Feliciano, Frei Anastácio e Gervásio Maia. Outros três: Efraim Filho, Wellington Roberto e Ruy Carneiro não participaram da votação. De acordo com o deputado federal Gervásio Maia (PSB), o partido vai à Justiça contra a venda da estatal. Cinquenta anos depois de sua instalação, como parte de um projeto nacional de desenvolvimento, a estatal brasileira Eletrobras será privatizada. Com a aprovação, o texto aprovado, do deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), segue para a sanção presidencial. Gervásio, lamentou a venda da companhia e alertou para o aumento da tarifa de energia. “O governo vai entregar a sexta companhia mais lucrativa do país por um valor irrisório e vai jogar a conta para o povo brasileiro pagar. Isso tudo às pressas, no meio de uma grave crise energética e no momento que o país vive a tragédia de uma pandemia que já tirou a vida de 500 mil pessoas”, lamentou o vice-líder da oposição na Câmara. Segundo ele, depois de duas tentativas frustradas de promover a privatização da Eletrobras por meio de projetos de lei, o governo Bolsonaro conseguiu aprovar em definitivo a medida provisória que prevê sua capitalização. “Com a privatização, o governo federal fica obrigado a comprar energia de usinas termelétricas movidas a gás natural, em locais onde ainda não há gás natural, o que vai significar que o consumidor de energia vai ter que financiar a expansão de gasodutos”, explicou. O texto-base, que abre caminho para a privatização da empresa, foi aprovado ontem por 258 votos a favor e 136 contra na Câmara dos Deputados. A Medida Provisória já havia passado por uma votação na Casa em maio mas, devido às alterações aprovadas pelo Senado (em votação na última quinta-feira), voltou para apreciação dos deputados. 2 min read

Dos nove deputados paraibanos que participaram da votação pela privatização da Eletrobras, nesta segunda-feira (21) apenas três votaram contra: Damião Feliciano, Frei Anastácio e Gervásio Maia. Outros três: Efraim Filho, Wellington Roberto e Ruy Carneiro não participaram da votação. De acordo com o deputado federal Gervásio Maia (PSB), o partido vai à Justiça contra a venda da estatal. Cinquenta anos depois de sua instalação, como parte de um projeto nacional de desenvolvimento, a estatal brasileira Eletrobras será privatizada. Com a aprovação, o texto aprovado, do deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), segue para a sanção presidencial. Gervásio, lamentou a venda da companhia e alertou para o aumento da tarifa de energia. “O governo vai entregar a sexta companhia mais lucrativa do país por um valor irrisório e vai jogar a conta para o povo brasileiro pagar. Isso tudo às pressas, no meio de uma grave crise energética e no momento que o país vive a tragédia de uma pandemia que já tirou a vida de 500 mil pessoas”, lamentou o vice-líder da oposição na Câmara. Segundo ele, depois de duas tentativas frustradas de promover a privatização da Eletrobras por meio de projetos de lei, o governo Bolsonaro conseguiu aprovar em definitivo a medida provisória que prevê sua capitalização. “Com a privatização, o governo federal fica obrigado a comprar energia de usinas termelétricas movidas a gás natural, em locais onde ainda não há gás natural, o que vai significar que o consumidor de energia vai ter que financiar a expansão de gasodutos”, explicou. O texto-base, que abre caminho para a privatização da empresa, foi aprovado ontem por 258 votos a favor e 136 contra na Câmara dos Deputados. A Medida Provisória já havia passado por uma votação na Casa em maio mas, devido às alterações aprovadas pelo Senado (em votação na última quinta-feira), voltou para apreciação dos deputados.